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MANUEL BANDEIRA no particular-PARTE II



					    
1---Sobre MANUEL BANDEIRA - Os dois primeiros livros, “A cinza das horas” e “Carnaval”, surgidos antes da Semana de 22, embora ainda em tom lírico- melancólico (= Simbolismo), já mostram certa liberdade formal. ----- Poeta do coloquial e do prosaico, sabia enxergar muito além.  Trabalhava a linguagem no sentido da comunicação despojada.  Seu poema “Os sapos”, satirizante, foi uma espécie de hino nacional dos modernistas. 2---Poema A ESTRELA - livro “Estrela da manhã”, 1936 ----- “Vi uma estrela tão alta, (...) Mais triste ao fim do meu dia.”  Análise: 1-Estrutura do poema - sete sílabas poéticas / quadras / repetição de palavras (anáfora) / rimas:  fria-vazia-dia-companhia-luzia-fazia-dia. 2-Subjetivismo - permanência do Romantismo na poesia modernista.  Sensação de isolamento e melancolia. 3-Na primeira estrofe, o EU-POÉTICO (NARRADOR do poema) deixa transparecer um aspecto importante de sua vida - é vazia. 4-Na segunda, ele atribui à estrela uma característica dele próprio - estrela sozinha, solitário ele. 5-‘Fria’ é uma palavra-chave (importante) no poema porque reflete a vida atual do poeta, sem calor, ânimo, companhia... 6-Desejo do eu-poético de receber a estrela e não pode ser realizado - 7-“...esperança triste...” - expectativa não concretizada. 8-O eu-poético, a estrela, representa um desejo impossível. 9-A esperança ainda existe para o eu-poético?  Ele utiliza o tempo pretérito, mostrando que no passado havia uma esperança remota, não mais agora. 10-“...para dar uma esperança ao fim do meu dia.” - fim do dia significa fim da vida. 11-Para o eu-poético, estrela inacessível = felicidade inacessível.  ---  O eu-poético só pede à estrela que venha lhe fazer companhia porque sabe que isto é impossível. 12-Num poema lírico, o eu-poético expõe suas emoções:  desencanto com a vida, amargor, solidão. 3---Poema POÉTICA - “Estou farto do lirismo comedido (...) lirismo que não é libertação.” Análise: 1-Manifesto poético modernista - repúdio à literatura:  a) acadêmica, oficial e sem originalidade - “lirismo funcionário público com livro de ponto expediente/protocolo e manifestações de apreço ao Sr. diretor” / b) erudita e exibicionista - “Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo.” / c) oportunista e insincera - “Estou farto do lirismo namorador político raquítico sifilítico de todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo.” 2-Tipo de lirismo reivindicado pelo poeta - o lirismo espontâneo, “dos loucos (...) dos bêbados (...) dos clowns”, o lirismo-emoção não preso a regras. 3-Movimento poético (criticado)  anterior ao Modernismo - O Parnasianismo. 4-Afirmações justificadas pelo texto lido - recusa a poesia com apenas trabalho formal, não vê na poesia um meio para exibir erudição, recusa poesia que seja expressão da verdade interior, condena a poesia acadêmica repetidora de lugares comuns;  desejo de trilhar um caminho pessoal, reivindicação do direito de expressar-se de modo original, de não seguir o que está consagrado. 5-Pontos em comum com “Cântico negro”, do português JOSÉ RÉGIO - intenso desejo de libertação pessoal e a recusa em aceitar os valores tradicionais na elaboração de seus poemas. F  I  M
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Comentários dos leitores

Sempre digo que foi um cara brilhante. Ma-ra-vi-lho-so. Sem ciúme. Parabéns!

Postado por lucia maria em 25-11-2017

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